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Grupo que realizou a descida. Da esquerda com Diego, Géssica e Schuster.
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Dia muito quente, com temperatura por volta dos 25°C, muito ensolarado, um belo dia para rappel. Chegamos em Nova Roma do Sul (bar do Bim) por volta da 10 horas da manhã, pegamos o Bim para nos levar lá em cima e depois trazer a camioneta para o Bar. O Bar do Bim fica a poucos metros da saída, cerca de uns 600 metros. A ravina dos Batestin é a segunda ravina (do Bar do Bim em direção ao cachoeirão), sendo que a vista da segunda cascata dá para ver a garganta do Bim (ravina do Bim). Esta ravina escolhemos fazer pela facilidade, pois esta aventura foi a primeira depois do acontecimento de Maquiné e o grupo estava meio receoso de fazer algo. Levamos duas cordas de 80 metros, porem toda a ravina poderia ser feito com apenas uma corda de 80 metros, pois o obstáculo maior tem cerca de 40 metros no total, o problema foi que no acontecimento de Maquiné faltou corda, então acabamos exagerando nesse, porem não foi muito difícil de levar as cordas, a distância entre uma cascata e outra é bem pequena, não sendo superior à 200 metros. A ravina toda não chega a ter 800 metros de percurso.
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Schuster iniciando a descida da 1° cascata.
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Descida de 1° cascata vista da base.
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A primeira cascata é bem simples e fácil, é a maior da ravina com cerca de 40 metros. O início é neutra e no final se torna negativa. Termina sem poço em um pequeno degrau. Cuidado com escorregões, as pedras são bem lisas.
Depois do degrau há uma rampa para se chegar a segunda cascata, esta rampa é bem positiva e se desce sem a necessidade de rappel. A ancoragem foi feita em boa árvore ao lado esquerdo da cascata. Na hora de recuperar a corda a mesma trancou bastante, exigindo um "baita" esforço para fazer a corda "correr".
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Foto do topo da segunda cascata.
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Bonita foto do Schuster descendo a segunda cascata
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A segunda cascata haviam poucos locais para ancoragem da corda, por isso ancoramos a corda bem na beira da cascata, em árvore não muito boa, porem segura o bastante para a descida do grupo.
A segunda cascata é praticamente toda negativa, muito boa e divertida, com altura de cerca de 30 metros, termina sem poço. Ao contrário da primeira cascata a recuperação da corda foi super tranqüila.
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Géssica iniciando a descida da terceira e última cascata
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O grupo todo, depois de sair da ravina.
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A terceira cascata é neutra, um pouco negativa para falar a verdade. Como não haviam bons locais para ancorar a corda, tivemos que ancorar em local impróprio, distânte uns 5 metros do início da cascata, e para piorar havia muito "mato" antes do início. Para iniciar a descida tivemos que fazer um "agachamento" para desviar, porem depois a descida era bem tranquila.
Após a descida da terceira e última cascata, haviam mais algumas rampas bem positivas, porem não foi necessário usar cordas para descer. Depois de uns 300 metros de caminhada, se chega na estrada e nas margens do rio das Antas. O retorno se dá através desta estrada que fica distânte uns 500 metros do bar do Bim, onde a camioneta (Land Rover Defender 110) estava.
Esta ravina foi a "pós traumática" (depois do acontecimento de Maquiné), como de costume foi tudo muito traqüilo e sem problemas, iniciamos a descida e chegamos no fim no tempo estimado, e todos os integrantes juntos!!. Passou mais uma para a lembrança e experiência
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